Os mestres da arte do terror dedicaram suas obras a escrever, interpretar e dar vida aos personagens que perturbam o sono dos espectadores.
Droga, isso morreu. Antigamente o cara assistia palhaços assassinos com uma cueca extra esperando ele pra ser vestida depois do filme. Uma dessas criaturas da cultura ocidental possui(a), além de poderes assombrosos, uma sensualidade marcante que não lhe tira o ar de morte.
Vampiros.
O mais marcante de todos os vampiros foi o “Dracula de Cristopher Lee”. Tratava-se de um monstro imortal que dedicava seu vasto tempo ocioso ao pesado trabalho de matar vagabundos que invadissem seu castelo. Na verdade os únicos vagabundos que ele matava eram os que tentavam impedir que ele desvirginasse uma donzela qualquer.
Quem nunca teve o sonho desvirginar uma donzela que atire a primeira pedra.
A parte legal era que TODO mundo se borrava de medo do Dracula, mesmo sabendo que as formas de destruí-lo eram as mais diversas. Nesse vídeo o cara morre pra luz do sol, cruz, água benta, hadouken e outros, mas repare no MEDO dos mamíferos insolentes que matam ele.
Sim. Vampiros inspiravam o medo.
Agora, vamos ver o que a juventude acha dos novos vampiros. O Crepúsculo.
Que isso, rapaz?
Trocaram um Vampiro destruidor de lares, devorador de sonhos e que era um morcego por um Vampiro que brilha, escala árvores(PRA QUE O DRACULA ESCALARIA UMA ÁRVORE? O QUE SOBE EM ÁRVORE É ESQUILO), chora e quando muito imita o comportamento de sabiás.
Os vampiros de antigamente nos faziam evacuar. Os de hoje são indefecáveis.
